Portal do Cliente Fale com um especialista
Vortex Cockpit

Postura mensurável, exposição sob controle

O Vortex Cockpit é a plataforma de gestão de postura e exposição da Vortex Security. Consolida os dados das ferramentas de segurança já existentes, comprova a eficácia dos controles, mede a postura pelo NIST CSF 2.0 e converte cada risco em ação com responsável e prazo, em uma visão única para o conselho, o CISO e a operação.

Solicitar demonstração
Visão geral do Vortex Cockpit com o Vortex Score, a cobertura da medição e os sinais críticos, no ambiente de demonstração, com dados fictícios

Em resumo: O Vortex Cockpit é a plataforma de gestão de postura e exposição da Vortex Security. Consolida os dados das ferramentas de segurança, verifica diariamente 100 controles técnicos, mede a postura em uma nota de 0 a 100 pelo NIST CSF 2.0 e organiza a remediação pelo ciclo CTEM, com visões para o conselho, o CISO e a operação.

O desafio

Investimento em segurança não é, por si só, evidência de proteção

  1. 01

    Degradação silenciosa dos controles

    Exceções temporárias que se tornam permanentes, ativos novos fora da política de EDR, fontes de log interrompidas. São desvios que não geram alerta e reduzem, mês a mês, a proteção contratada.

  2. 02

    Indicadores sem rastreabilidade

    Ratings de terceiros com metodologia fechada não sustentam a prestação de contas ao conselho, que precisa saber o que foi medido, sobre qual escopo e com que confiabilidade.

  3. 03

    Remediação sem governança

    Identificar e priorizar vulnerabilidades é apenas o início. Sem responsável, prazo e acompanhamento, os achados se acumulam e o risco permanece.

Visão geral

Uma visão consolidada do ambiente, orientada à decisão

O Cockpit integra-se às ferramentas que a organização já opera, sem substituí-las, e consolida em uma base única os dados de endpoint, vulnerabilidades, firewall, identidade, SIEM, OT, nuvem e inteligência de ameaças.

Cada painel apresenta primeiro o estado atual, os pontos que exigem atenção e a próxima ação recomendada; o detalhamento vem em seguida. Todo indicador informa a fonte, a data da coleta e o grau de confiabilidade.

  • Integração com cerca de 40 tecnologias de segurança
  • Visões dedicadas ao conselho, ao CISO e à operação
  • Fechamento mensal com relatórios e apresentações executivas
Indicadores

Dois indicadores para as perguntas que o conselho faz

Ambos são calculados com os dados do próprio ambiente, com metodologia transparente e explicada medida a medida.

  • Postura de Controles 100 controles técnicos verificados todos os dias

    Os controles contratados estão configurados e em operação? A verificação é feita diretamente nas ferramentas e evidencia quanto da proteção contratada está efetivamente ativa.

    Como funciona
  • Vortex Score 0 a 100 uma nota, com 41 medidas em dez dimensões do NIST CSF 2.0

    Qual é a postura atual, e qual a confiabilidade dessa medição? A nota é sempre acompanhada da cobertura da medição.

    Como funciona
01 · Postura de Controles

Eficácia dos controles comprovada diariamente

A Postura de Controles verifica, todos os dias e diretamente em cada ferramenta, se os controles previstos existem, estão habilitados e alcançam todo o parque, do firewall e do EDR ao SIEM, à identidade e ao OT.

São 100 controles técnicos em 23 tecnologias, cada um com referência do fabricante e orientação de correção em português. A ponderação por criticidade faz o indicador refletir com precisão onde o risco é maior.

Cada controle reprovado gera uma ação de remediação com o ganho de postura correspondente, e as ações são ordenadas pelo retorno: maior ganho com menor esforço primeiro.

Postura de Controles em anéis por função do NIST CSF 2.0, com pontos obtidos sobre pontos possíveis, no ambiente de demonstração, com dados fictícios
02 · Vortex Score

Uma nota de segurança apta a ser apresentada ao conselho

O Vortex Score expressa a postura de segurança em uma nota de 0 a 100, com classificação de A a E, estruturada pelas cinco funções do NIST CSF 2.0. Traduz a segurança para a linguagem executiva, com o rigor exigido por auditorias.

A nota é sempre apresentada com a cobertura da medição: um 72 apurado sobre 90% do ambiente não equivale a um 72 apurado sobre 30%. Medidas com mais de sete dias são desconsideradas, para que o indicador reflita o presente.

Com cobertura inferior a 50%, não há nota publicada: o Cockpit registra "não medido" e o motivo, em vez de apresentar um número que não se sustenta.

Vortex Score em anéis por função do NIST CSF 2.0, com nota, letra e cobertura, no ambiente de demonstração, com dados fictícios

Rastreabilidade de cada ponto da nota

As 41 medidas distribuem-se em dez dimensões e são alimentadas pelas ferramentas do cliente, como Tenable, SentinelOne, Claroty, Google SecOps, Fortinet e Apura, e pela observação da superfície externa. As funções Detectar e Responder representam um terço do modelo, refletindo o peso da operação 24x7 do Cyber Defense Center. Os pesos são ajustáveis ao contexto de cada organização.

As dez dimensões do Vortex Score, cada uma com nota, letra, peso e cobertura, no ambiente de demonstração, com dados fictícios

Do indicador à remediação

Cada nível de detalhamento expõe o valor coletado, a fonte e a data, e o Cockpit projeta o ganho de Score associado a cada correção.

  1. Score

    Nota, classificação e cobertura do ambiente.

  2. Função e dimensão

    A função do NIST CSF e a dimensão que reduzem a nota, com o respectivo peso.

  3. Medida

    Valor coletado, fonte e data da coleta.

  4. Ação

    Remediação recomendada e o ganho de pontos correspondente.

  5. Chamado

    Solicitação ao CDC com protocolo, integrada ao sistema de chamados da organização.

Confiabilidade

Indicadores construídos para sustentar decisões

Cobertura da medição e o que acontece com a nota
  1. 0% a 50% Não medido Sem nota publicada: o Cockpit registra "não medido" e o motivo.
  2. 50% a 80% Nota limitada a 85 Não se atesta excelência sobre um ambiente parcialmente medido.
  3. 80% a 100% Nota sem esse limite Sempre acompanhada da cobertura.
  • Ausência de dado não é zero Zero significa verificado e reprovado. O que não pôde ser verificado é apresentado como "sem dado", com a justificativa, sem ser tratado como conforme nem como falha.
  • Cobertura sempre explícita Toda nota informa a parcela do ambiente efetivamente medida. Com cobertura inferior a 80%, a nota é limitada a 85: não se atesta excelência sobre um ambiente parcialmente medido.
  • Estabilidade com sensibilidade ao risco Atrasos de sincronização e indisponibilidades pontuais de fontes não distorcem o indicador, que é suavizado e tem limite de variação diária. Riscos críticos novos, porém, refletem-se de imediato.
  • Lacunas com origem identificada Toda ausência de dado é classificada pela causa: tecnologia não contratada, levantamento pendente da Vortex ou fonte sem envio. A responsabilidade por cada lacuna fica explícita.

O histórico é registrado diariamente, e toda alteração de metodologia é marcada na linha do tempo, com a justificativa.

03 · CTEM

Gestão contínua da exposição a ameaças

O CTEM (Continuous Threat Exposure Management), modelo definido pelo Gartner, substitui avaliações pontuais por um ciclo contínuo de cinco estágios. No Vortex Cockpit, esse ciclo estrutura a plataforma: os painéis de cada tecnologia são organizados por estágio, e a Visão Executiva segue a mesma sequência.

01Escopociclo contínuo
Estágio 01 · Escopo

O que está no perímetro do programa, e o que está fora dele?

Delimitação formal do que integra o programa de gestão de exposição. O escopo de cada cliente é registrado com autorização, e o Cockpit confronta o que foi contratado com o que está efetivamente em uso.

No Vortex Cockpit
  • Escopo aprovado e autorizações registradas
  • Comparativo entre o contratado e o efetivamente em uso
  • Base de cálculo da cobertura do Vortex Score

Maturidade operacional do programa, medida estágio a estágio

Para cada um dos cinco estágios, o Cockpit indica se há dados sendo coletados e o que ainda precisa ser integrado. A interrupção de uma fonte é refletida de imediato, pois o CTEM é um ciclo contínuo, e não uma maturidade que se acumula.

Medidor do programa CTEM com os cinco estágios e o que cada um mede, no ambiente de demonstração, com dados fictícios
04 · Inventário de ativos

Inventário de ativos consolidado a partir de todas as fontes

Cada ferramenta observa apenas parte do ambiente. O Inventário de ativos consolida servidores, estações de trabalho, equipamentos de rede, recursos de nuvem e ativos industriais em um registro único por ativo, mesmo quando várias fontes o identificam.

Divergências entre fontes não são resolvidas automaticamente: são encaminhadas para análise, decididas por um responsável e registradas com a justificativa. Ativos identificados por uma única fonte são sinalizados como possíveis ativos não gerenciados.

Cada ativo possui uma ficha com criticidade para o negócio, serviço suportado, ferramentas que o cobrem, vulnerabilidades abertas e data de fim de suporte. Alertas de risco são emitidos quando a nota cai, surge uma nova vulnerabilidade ou a configuração é alterada.

  • Registro único por ativo, com a visão de cada fonte
  • Conflitos entre fontes resolvidos com decisão registrada
  • Ficha com criticidade, serviço de negócio, cobertura e vulnerabilidades
Presença por tecnologia: quantos ativos do inventário cada ferramenta enxerga, no ambiente de demonstração, com dados fictícios

Cobertura cruzada: onde os controles não alcançam

Agente instalado não é sinônimo de agente em operação. A cobertura cruzada confronta cada ferramenta com o inventário e apresenta, por função de segurança (EDR, varredura de vulnerabilidades, gestão de patches e SIEM), os ativos cobertos com sinal no prazo, os que deixaram de reportar e os que estão sem o controle.

Como a base de cálculo é o inventário, e não a declaração da própria ferramenta, nenhuma lacuna permanece oculta. Cada ativo descoberto gera uma ação recomendada, como instalar o agente ou restabelecer o sinal, e a mesma análise identifica ativos não declarados, como IPs próprios fora do inventário ou ambientes de nuvem não registrados.

Cobertura efetiva por papel de segurança: EDR, varredura de vulnerabilidade, gestão de patches e SIEM, com os ativos cobertos, sem sinal no prazo e sem o controle, no ambiente de demonstração, com dados fictícios
05 · Superfície externa

A superfície de ataque sob a perspectiva do adversário

O reconhecimento externo é a primeira etapa de um ataque. A Superfície externa realiza essa mesma leitura diariamente, de forma passiva e sem interação com os sistemas: domínios, subdomínios, IPs, serviços expostos e certificados visíveis na internet.

Cada achado externo é correlacionado ao ativo correspondente no inventário, o que atribui a uma porta exposta nome, responsável e criticidade. Quando autorizada pelo escopo, a varredura ativa é executada apenas nas faixas de IP registradas, e a análise é complementada pela zona de DNS, pela configuração do firewall e por consultas ao Shodan.

A Threat Intelligence completa a visão externa ao monitorar credenciais vazadas, sites, perfis e aplicativos falsos, segredos expostos em repositórios públicos e ofertas de fraude contra a marca, com fila de remoção (takedown).

  • Descoberta passiva, sem acesso à rede interna
  • Correlação de cada achado externo com o inventário
  • Integração com o Tenable Exposure Analytics
  • Avaliação de fornecedores críticos de A a E, apenas com dados externos
Superfície externa com ativos externos, serviços expostos, achados de risco e IPs ligados ao inventário, no ambiente de demonstração, com dados fictícios

Caminhos de ataque e pontos de corte

O Cockpit mapeia os caminhos que conduzem da internet aos ativos críticos e identifica os pontos de corte: as correções que, isoladamente, interrompem vários caminhos ao mesmo tempo.

Corrigir uma vulnerabilidade não elimina, necessariamente, o caminho; restringir o alcance, sim. Por isso, cada ponto de corte informa quantos caminhos isola, e cada elo é sustentado por evidência observada ou declarada.

Caminho de ataque da internet até o servidor do ERP, com o ponto de corte que isola 41 de 126 caminhos, no ambiente de demonstração, com dados fictícios
06 · Validação de exposição

Eficácia das defesas comprovada por simulação controlada

Um caminho de ataque mapeado ainda é uma hipótese. A Validação de exposição a converte em evidência, executando cenários baseados em técnicas do MITRE ATT&CK e demonstrando, técnica a técnica, o que foi prevenido, detectado e contido. O que não foi testado não é considerado seguro.

Cada cenário é executado somente com aprovador designado, autorização vigente e alvo elegível, sempre em zona de teste declarada pelo cliente. Em ambientes OT, os testes ocorrem exclusivamente em réplicas.

Os resultados geram ações: técnicas não detectadas são encaminhadas ao CDC com protocolo, controles que não preveniram retornam à revisão de postura e caminhos confirmados sobem na fila de prioridades. Após a correção, o achado só é encerrado mediante nova verificação na fonte.

Resiliência por eixo na Validação de exposição: técnicas prevenidas, detectadas e contidas, as não efetivas e as não medidas, no ambiente de demonstração, com dados fictícios
Visões por público

Informação adequada a cada nível de decisão

  1. Operação Fila de prioridades objetiva, com a justificativa de cada item e o acompanhamento de cada correção até o encerramento.
  2. CISO e GRC Desempenho do programa de segurança: prazos de correção, riscos aceitos, conformidade, auditorias e orçamento.
  3. Conselho e CEO Aderência ao apetite de risco aprovado, evolução da exposição e decisões que dependem da alta administração.
Operação

Gestão integrada, do painel ao relatório executivo

  1. Painéis por tecnologia

    Cerca de 40 tecnologias, de endpoint e firewall a identidade, OT, SIEM e nuvem, cada uma com visão operacional e análise pelo ciclo CTEM.

  2. Solicitações ao CDC a partir do achado

    Pedidos registrados na própria tela do achado, com protocolo, critério de conclusão e prazo, e retorno acompanhado em Minhas solicitações.

  3. Reporte executivo automatizado

    Apresentações geradas com os dados do período, em PPT e com a identidade visual do cliente, em versões para o CISO e para a operação, além de relatórios em PDF agendáveis.

Implantação

Implantação em três etapas

Após a conexão das fontes, o primeiro Vortex Score é publicado no ciclo seguinte, com a cobertura da medição, as lacunas identificadas e as ações de maior retorno.

  1. Aprovação do escopo

    Validação conjunta de domínios, faixas de IP e autorizações.

  2. Conexão das fontes

    Integração das ferramentas ao Cockpit, com teste de cada credencial.

  3. Primeira leitura

    Diagnóstico do que já é medido e do que ainda precisa ser integrado.

  4. Primeiro Vortex Score

    Publicado no ciclo seguinte, com a cobertura, as lacunas e as ações de maior retorno.

Perguntas frequentes

O Vortex Cockpit substitui as ferramentas de segurança da empresa?

Não. O Cockpit se conecta às ferramentas que a organização já opera, de endpoint, vulnerabilidades, firewall e identidade a SIEM, OT, nuvem e inteligência de ameaças, e consolida os dados em uma base única, sem substituir nenhuma delas. São cerca de 40 tecnologias, e cada ferramenta conectada ganha um painel próprio, com os indicadores do dia a dia e a análise pelo ciclo CTEM.

De onde vêm os dados do Cockpit, e se uma ferramenta não tiver API?

De três tipos de fonte: as ferramentas de segurança do cliente, conectadas por API; as fontes que a Vortex soma, como a descoberta passiva da superfície externa, a inteligência de ameaças e a base de CVE; e os registros feitos à mão, nos cadastros executivos ou por planilha, para o que nenhuma ferramenta coleta sozinha. Sem API, arquivos como CSV, .nessus e exportações da Microsoft passam pelo mesmo motor de coleta, com validação antes de gravar. Todo indicador informa a fonte e a data da coleta.

Qual é a diferença entre a Postura de Controles e o Vortex Score?

A Postura de Controles responde a uma pergunta concreta: os controles contratados estão configurados e em operação? Ela verifica todos os dias, diretamente nas ferramentas, 100 controles técnicos em 23 tecnologias, ponderados pela criticidade. O Vortex Score mede a postura de segurança como um todo, com 41 medidas em dez dimensões do NIST CSF 2.0, em uma nota de 0 a 100 com classificação de A a E, sempre acompanhada da cobertura da medição.

Como o Vortex Score trata ambientes medidos só em parte?

A nota é sempre apresentada com a cobertura da medição. Abaixo de 50% de cobertura não há nota publicada: o Cockpit registra "não medido" e o motivo; abaixo de 80%, a nota é limitada a 85. Ausência de dado nunca conta como zero: aparece como "sem dado", com a causa identificada, seja tecnologia não contratada, levantamento pendente da Vortex ou fonte sem envio. Medidas com mais de sete dias são desconsideradas, para que a nota reflita o presente.

Como o Cockpit prioriza as vulnerabilidades?

Pela exploração ativa antes da severidade teórica. A Gestão de Vulnerabilidades junta as falhas encontradas por todas as ferramentas numa fila curta, de P0 a P3, e cada prioridade traz o motivo escrito: se a falha já é explorada por atacantes (catálogo KEV da CISA), se o ativo é alcançável pela internet, se é crítico para o negócio e qual a probabilidade estimada de exploração (EPSS). Cada prioridade tem um prazo de correção, que alimenta a janela de correção acompanhada pelo CISO.

O Cockpit faz testes de ataque no ambiente do cliente?

Somente na Validação de exposição, que executa cenários baseados em técnicas do MITRE ATT&CK para mostrar, técnica a técnica, o que foi prevenido, detectado e contido. Cada cenário exige aprovador designado, autorização vigente e alvo elegível, sempre em zona de teste declarada pelo cliente, e em ambientes OT os testes ocorrem exclusivamente em réplicas. A leitura da superfície externa é passiva, e a varredura ativa só ocorre quando o escopo autoriza, apenas nas faixas de IP registradas.

Os dados de um cliente ficam isolados dos demais?

Sim. Cada registro pertence a uma única organização, e o próprio banco de dados restringe o acesso de cada usuário às informações autorizadas. As credenciais das ferramentas ficam em cofre, com autenticação em dois fatores e trilha de auditoria.

Em quanto tempo o primeiro Vortex Score fica disponível?

O primeiro Vortex Score é publicado no ciclo seguinte à conexão das fontes. Antes disso, o escopo é aprovado em conjunto (domínios, faixas de IP e autorizações), cada ferramenta é integrada com teste da credencial, e a primeira leitura mostra o que já é medido e o que falta integrar. A nota sai com a cobertura da medição, as lacunas identificadas e as ações de maior retorno; sem coleta, a cobertura é zero e não há nota.

Solicite uma demonstração do Vortex Cockpit

Apresentamos a plataforma em ambiente de demonstração, com dados fictícios, e o plano de integração ao seu ambiente.

  • Diagnóstico gratuito
  • Resposta rápida
  • Atendimento personalizado

Ao enviar, você confirma que leu a Política de Privacidade. A Vortex usa estes dados para responder ao seu pedido.

Atualizado em