Fecham o caminho de ataque
- Segmentação em zonas e conduítes
- MFA e identidade individual
- Monitoramento contínuo de OT
- Controle de porta física e mídia removível
- Eliminação de wireless e 4G
- Gateway seguro de protocolo
Risk Assessment OT/ICS em duas estações de tratamento de água e no centro de controle operacional de uma companhia de saneamento. Dados anonimizados.
A pergunta central do Risk Assessment não é quais vulnerabilidades existem, e sim o que acontece fisicamente com o processo se uma função de automação for comprometida. É a adaptação de técnicas consagradas de análise de risco de processo, como HAZOP e LOPA, ao domínio cibernético: o Cyber-PHA da ISA/IEC 62443-3-2.
O scan de vulnerabilidades continua existindo, mas entra como evidência para a probabilidade, não como resultado final. A prioridade passa a ser definida pelo impacto físico, numa linguagem que a diretoria entende.
Sistema em consideração, zonas, conduítes, especialistas e responsáveis pelo aceite.
Perfil de TA1 a TA5, aprovado em consenso, sem subestimar nem inflar o risco.
Funções de automação por nível Purdue e consequências levantadas por perguntas-guia.
Severidade sem defesas em quatro dimensões e probabilidade por rubrica objetiva.
Registro de riscos, controles vinculados à ISA/IEC 62443-3-3 e recálculo do risco residual.
| Faixa de risco | Classificação | O que fazer |
|---|---|---|
| 17 a 25 | Inaceitável | Ação imediata; não pode ser aceito |
| 9 a 16 | Tolerável condicional | Controles documentados com prazo |
| 1 a 8 | Aceitável | Monitorar, sem ação obrigatória |
Probabilidade por categoria de equipamento: atratividade 15%, capacidade 25%, exposição 35% e defesa 25%. A severidade é avaliada como se nenhum controle existisse, e a criticidade de cada função vem do seu pior cenário.
O ator de referência escolhido foi o TA3: crime organizado com conhecimento de sistemas industriais, o mais provável para o setor. A planta A tinha 8 cenários inaceitáveis, com risco 20 de 25.
Na planta A, 14 cenários aguardavam dados e ficaram fora do comparativo.
Cada controle foi vinculado aos requisitos de sistema da ISA/IEC 62443-3-3 e ao nível de segurança-alvo (SL-T), separando o que é configuração do que é aquisição. A sequência importa: segmentação primeiro.
Servidores SCADA, SCADA Mobile e broker MQTT deixam o data center corporativo e vão para a rede industrial.
A DMZ industrial passa a quebrar cada conexão, com relay MQTT, proxy do SCADA Mobile e patch/antivírus.
Acesso central na DMZ e local na rede industrial; terceiros deixam de chegar direto à rede OT.
IDS industrial com espelhamento de tráfego no switch de controle, para ver o que hoje não se vê.
Diagnóstico
Plano
Arquitetura
O Risk Assessment começa por uma reunião de escopo com a coordenação de automação.
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